Dia das Crianças: jogos lúdicos ajudam a transformar brincadeira em aprendizado e descoberta

Brincar é uma das principais formas pelas quais as crianças pequenas exploram o mundo. É durante as brincadeiras que elas experimentam regras, descobrem possibilidades, interagem com outras pessoas e começam a compreender conceitos que fazem parte do cotidiano. No Dia das Crianças, jogos lúdicos podem ser uma alternativa para transformar esses momentos de descoberta em atividades compartilhadas entre crianças e adultos.

Mais do que encontrar uma atividade que mantenha os pequenos entretidos, a escolha de jogos para essa faixa etária pode considerar propostas que sejam compatíveis com o desenvolvimento da criança e que permitam a participação dos adultos. Segundo a COPAG, referência em baralhos, jogos de tabuleiro e colecionáveis, jogos de memória, associação, cores, formação de pares e reconhecimento de personagens podem apresentar desafios simples e adequados para os primeiros anos.

“Para crianças pequenas, o jogo não precisa ser complexo para ser interessante. Uma dinâmica simples pode despertar curiosidade, estimular a interação e criar uma oportunidade para que os adultos também participem da brincadeira. O mais importante é encontrar uma proposta adequada à idade e deixar espaço para a criança explorar”, afirma Marília Ramos Ribeiro, VP de Marketing LATAM da COPAG.

A brincadeira também permite que a criança tenha contato com conceitos como esperar a própria vez, seguir instruções e lidar com diferentes resultados. Em um jogo coletivo, essas situações acontecem de maneira natural, dentro de uma atividade que tem como principal objetivo a diversão.

Cartas também podem ser para os pequenos

Embora os baralhos tradicionais sejam associados a jogos para adultos, existem opções desenvolvidas especialmente para crianças pequenas. Com ilustrações, cores e regras simplificadas, as cartas podem ser utilizadas para criar partidas curtas e fáceis de compreender. De acordo com um levantamento interno da COPAG, cerca de 61% das pessoas que jogam baralho fazem isso com crianças.

Com alternativas para diferentes idades, cartas que trabalham com a formação de pares e podem ser jogados entre duas e seis pessoas são opções para apresentar às crianças a dinâmica de combinar cartas e participar de uma partida coletiva. Outras que utilizam cores e ilustrações de animais, ou até mesmo aquelas que trabalham a associação de imagens familiarizam as crianças com jogos de cartas.

A variedade de propostas também ajuda os pais a escolherem uma atividade que faça sentido para o momento da criança. Para os menores, jogos com poucas regras e partidas rápidas tendem a ser mais acessíveis. Conforme a criança cresce, podem ser introduzidos desafios que exigem mais atenção, associação, memória ou estratégia.

O que considerar na hora de escolher um jogo para crianças menores

Além do tema ou dos personagens favoritos, alguns critérios podem ajudar na escolha de um presente:

Idade indicada: a recomendação do fabricante é um dos primeiros pontos a se observar, já que as regras e componentes devem ser compatíveis com a faixa etária.

Complexidade: para os menores, jogos com poucas regras e objetivos fáceis de entender podem facilitar a participação.

Tempo de partida: atividades mais curtas costumam ser adequadas para crianças que ainda estão desenvolvendo a capacidade de manter a atenção por períodos prolongados.

Participação dos adultos: jogos que permitem que pais, irmãos ou avós participem tendem a transformar o presente em uma atividade compartilhada.

Interesse da criança: cores, animais, personagens e temas de que a criança já gosta podem ser uma porta de entrada para apresentar um novo tipo de brincadeira.

Para a criança, uma partida pode significar apenas diversão. Para os adultos, porém, esses momentos também representam uma oportunidade de acompanhar descobertas, incentivar novas habilidades e participar mais de perto do universo dos pequenos. É essa combinação entre brincar, descobrir e estar junto que pode fazer do jogo um presente que continua depois que a embalagem é aberta.